Quanto custa um relógio de ponto? Físico vs. online na ponta do lápis

Equipe Ponto Fácil
Conteúdo e RH
"Quanto custa um relógio de ponto?" é a primeira pergunta de quem precisa formalizar o controle de jornada, e a resposta muda muito conforme o caminho: comprar um equipamento físico ou contratar um relógio de ponto online. Vamos colocar os dois na ponta do lápis.
O custo do relógio de ponto físico
- Equipamento: um REP-C com biometria digital parte de cerca de R$ 1.500; modelos com reconhecimento facial ficam entre R$ 2.500 e R$ 4.500, conforme marca e capacidade.
- Instalação e infraestrutura: ponto de rede ou Wi-Fi estável, nobreak e fixação, e uma unidade por local de trabalho.
- Bobina e manutenção: o comprovante impresso é obrigatório no REP-C; some bobinas, desgaste de impressora e manutenção preventiva/corretiva ao longo dos anos.
- Software de tratamento: o relógio só coleta a batida. Para apurar horas extras, banco de horas e gerar AFD/AEJ, você ainda precisa de um sistema, que costuma ser cobrado à parte.
O custo do relógio de ponto online
No modelo online não há equipamento: o celular, o computador e o WhatsApp da equipe fazem o registro, e o custo é uma assinatura mensal por faixa de colaboradores, com registro ilimitado, cálculos, relatórios, comprovantes digitais, arquivos fiscais, atualizações e suporte incluídos. No Ponto Fácil, os planos começam em R$ 99/mês para equipes de até 10 colaboradores.
Os custos que não aparecem no orçamento
A conta não termina no hardware. O fechamento manual consome horas do RH todo mês; erros de apuração geram pagamento errado de horas extras; e um registro frágil vira passivo em ação trabalhista, onde uma única condenação costuma superar anos de assinatura de um sistema. É o custo invisível que mais pesa, e o que um sistema com conformidade com a Portaria 671 elimina.
Comparando na prática: 25 colaboradores
Uma empresa com 25 colaboradores em dois endereços precisaria de dois terminais faciais (R$ 5.000 a R$ 9.000 de investimento) mais o software de tratamento, ou de uma assinatura de ponto online que já inclui tudo. No primeiro ano, o online costuma custar menos da metade, e sem imobilizar capital. Se um dos locais tem grande fluxo de pessoas, o híbrido (terminal lá, app no resto) equilibra a conta.
Quando o físico compensa
Com muita gente batendo ponto no mesmo lugar, fábrica, condomínio, loja grande, o terminal se paga pela velocidade no troca-turno e pela robustez. A boa notícia: não é uma escolha excludente. Veja os tipos de relógio de ponto e combine as formas de registro por equipe.
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